domingo, 11 de dezembro de 2016


NÃO  ABORTEM,  NÃO MATEM.

         Oh Jesus, porque tu que sois o maior espírito que já nasceu, viveu e morreu na Terra não me ajudas?
         Sou sofredora demais, sei que errei demais, mas mereço uma complacência. Fui muito vil, nasci em berço de ouro, tive tudo que eu podia ter. Fui casada, tive filhos... Ah os filhos tive apenas os que eu quis... Os outros eu abortei, e esse foi o meu erro... Na queria mais nada que me estorvasse. Eu gostava de vida boa, de viagens, de luxo, de festas... E os filhos estorvariam.
         Os que eu tive, foram dois, eu os entreguei a colégios caros, depois a pessoas que pudessem ser seus tutores. E eles nem se importavam comigo... Também eu não me importava com eles. Eles que se virassem. Eu queria aproveitar a vida.
         Fui mulher bonita e de sociedade, uma vez que meu marido tinha um excelente emprego e se envaidecia ao me apresentar como sua mulher...
         Bem tratada, bem vestida e a vida foi passando. Eu jamais pensei em ti Jesus... Só quando num leito de hospital vi teu retrato e um crucifixo que me faziam pensar em ti, enquanto esperava um tratamento revolucionário que me prometeram, pois a minha doença foi um câncer avassalador que me carcomia por dentro.
         Sentia dores horríveis; veio até meu leito um grupo de pessoas que conversaram comigo, falavam sobre Ti, Jesus, e me consolavam dizendo que a morte não existia e que tudo passaria. Eu não acreditei, mas como não havia algo melhor para me consolar eu peguei essa dica e comecei a pensar: --Será que isto é verdade? São pessoas tão serias e estudiosas... Talvez isso seja verdade...
         E eis que aconteceu, eu sei que morri, mas não morri, eu estou aqui a vos falar, mas algo muito ruim está acontecendo comigo... Eu ouço choros de crianças que me chamam: mamãe, mamãe...  Eu corro para ajudá-las e elas evaporam como fumaça, mas o choro continua. Às vezes ouço outras coisas: Por que a senhora não me quis e me matou? Por quê? Eu acho que estou ficando doida.
         Jesus me ajude, agora eu não faria mais isso, pois sei que fiz errado, mas também não me arrependo. Só sei que não farei de novo.
         O que fazer meu Deus?
         Ajudem-me com suas preces, pois necessito delas.

          Maria, um espírito atormentado que pede preces.      
           
                                                                          
 Psicografia recebida em 2016.                                     

 Médium: Catarina.

3 comentários:

  1. Estima-se um total de 40 milhões de abortos provocados por ano no mundo inteiro. São infinidades de almas de crianças abortadas que não foram reconhecidas pelos pais e encontram- se perdidas e desorientadas no mundo espiritual. O clamor e as lágrimas dessas crianças se condensam e tomam a forma de inundações, maremotos e descontrole de outros fenômenos da natureza. Muitas vezes, a rebeldia dos adolescentes está ligada ao desespero dos anjinhos (irmãos e irmãs) que foram abortados e não estão recebendo orações dos responsáveis.

    Podem ser adquiridos impressos denominados Registros Espirituais na Seicho-No-Ie, e neles serem inscritos nomes de anjinhos abortados, nomes de pessoas falecidas ou sobrenomes de famílias. Para almas dos anjinhos que sofreram aborto, provocado ou espontâneo, ou natimorto, é necessário atribuir a eles nome e sobrenome. Se não souber o sexo da criança, deve-se utilizar um nome que seja comum para homem ou mulher (por exemplo Angel, Jacir, Lair etc.) e acrescentar o sobrenome da família.

    Os Registros Espirituais são enviados ao Santuário localizado na cidade de Ibiúna, SP, e lá permanecerão durante um ano, para receberem cinco orações diárias ou mais enquanto estiverem consagrados. Na primeira quarta-feira de cada mês, todos os Registros Espirituais serão evocados para receberem a leitura de palavras da Verdade.

    Se tiver conhecimento de criança abortada ou natimorto na vizinhança ou em conhecidos, explique bem a necessidade de oferecer orações.

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  2. Estima-se um total de 40 milhões de abortos provocados por ano no mundo inteiro. São infinidades de almas de crianças abortadas que não foram reconhecidas pelos pais e encontram- se perdidas e desorientadas no mundo espiritual. O clamor e as lágrimas dessas crianças se condensam e tomam a forma de inundações, maremotos e descontrole de outros fenômenos da natureza. Muitas vezes, a rebeldia dos adolescentes está ligada ao desespero dos anjinhos (irmãos e irmãs) que foram abortados e não estão recebendo orações dos responsáveis.

    Podem ser adquiridos impressos denominados Registros Espirituais na Seicho-No-Ie, e neles serem inscritos nomes de anjinhos abortados, nomes de pessoas falecidas ou sobrenomes de famílias. Para almas dos anjinhos que sofreram aborto, provocado ou espontâneo, ou natimorto, é necessário atribuir a eles nome e sobrenome. Se não souber o sexo da criança, deve-se utilizar um nome que seja comum para homem ou mulher (por exemplo Angel, Jacir, Lair etc.) e acrescentar o sobrenome da família.

    Os Registros Espirituais são enviados ao Santuário localizado na cidade de Ibiúna, SP, e lá permanecerão durante um ano, para receberem cinco orações diárias ou mais enquanto estiverem consagrados. Na primeira quarta-feira de cada mês, todos os Registros Espirituais serão evocados para receberem a leitura de palavras da Verdade.

    Se tiver conhecimento de criança abortada ou natimorto na vizinhança ou em conhecidos, explique bem a necessidade de oferecer orações.

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